domingo, 9 de maio de 2010

Priolo

Priolo
Uma ave única dos Açores

Bandeira da região Autónoma dos Açores
Com selo e carimbo comemorativo da 1ª mostra filatélica
"Pérolas do Atlântico"

O Priolo é uma espécie endémica dos Açores (ilha de São Miguel)
Emissão Europa Açores 86
Esta ave era até á bem pouco tempo considerada uma subespécie do D. Fafe (Purrhula pyrrhula), tendo sido separados em duas espécies distintas em 1993.

Dom Fafe (Pyrrhula pyrrhula)
Emissão do Cambodja 1999

Priolo
Reino - Animalia
Filo - Chordata
Classe - Aves
Ordem - Passeriformes
Família - Fringilidae
Género - Pyrrhula
Nome comum - Priolo
Nome binominal - Pyrrhula murina
Bloco emissão Europa 86 Açores
O priolo, é uma ave de pequenas dimensões 15 a 17 cm e com um peso de cerca de 30gr, mas com um aspecto robusto, que possui um bico negro e forte, apresenta o corpo com uma plumagem acastanhada e a cauda preta com uma coroa negra na cabeça (nos jovens esta é de cor castanha)

Reproduz-se entre os meses de Junho e Agosto. O seu chamamento é um assobio curto, melancólico e aflautado bastante peculiar, os machos e as fêmeas não apresentam dimorfismo sexual ao nível da plumagem, apresentando apenas algumas diferenças mínimas ao nível do tamanho se examinados na mão.

Emissão protecção da natureza Açores 1990
WWF - World Wildlife Fund.
(Priolo - Pyrrhula murina)

(Neta emissão apresentada falta a ave no ninho, pois é apresentada no postal máximo a seguir)
O se habitat limita-se à floresta natural açoriana de altitude, esta é constituída por varias espécies de árvores e arbustos endémicos, com destaque para o Cedro-do-mato, o Azevinho, a Ginja, a Urze, o Pau branco e a Uva da Serra, plantas estas caracteristicas da floresta Laurissilva do arquipélago dos Açores

Algumas destas árvores são essenciais à dieta do Priolo, pois esta espécie alimenta-se de sementes, frutos e flores, com preferência para as amoras, as bagas da Uva da Serra e as flores do Azevinho.

Postal máximo onde podemos observar o Priolo empoleirado num ramo da árvore da uva-da-serra
e
o selo com a ave no ninho ambos com desenho de José Projecto
No séc. XIX, esta ave abundante na parte este da ilha de São Miguel, mais propriamente no Pico da Vara e Planalto dos Graminhais (serra da Tronqueira), foi por esta altura considerada pelos agricultores uma praga para os lanranjais da ilha, mas em virtude da captura excessiva, o desaparecimento da floresta Laurissilva, a espécie começou a rarear ao ponto de hoje se encontrar em perigo.
Emissão Priolo
2008
Trata-se da espécie de ave mais ameaçada e a segunda espécie de ave mais rara em toda a Europa, estimando-se que a sua população ronda-se os 400 exemplares em 2008.

Bloco circulado com marca dia do PC Alfeite
Datado de 17-11-2008
Bloco de €2.45

Derivado a esta ave se encontrar em vias de extinção e estando classificada na categoria "criticamente em perigo de extinção" pela união internacional de conservação da natureza, tornaram esta ave, alvo de atenção internacional.

Envelope circulado de V. Nova de Santo André para Cuba
Com marca dia datada de 23-05-2008
1º dia de circulação

Passando assim a gozar do estatuto de ave protegida pela directiva europeia das aves.
Encontrando-se incluída em varias listas de animais ameaçados, quer a nível nacional (Livro vermelho de vertebrados de Portugal), quer a nível internacional (IUCN red list of threatened animals).
Bloco de €0.95 sobre fragmento

Vários projectos têm visado a protecção do Priolo e da floresta Laurissilva, projectos esses elaborados pela Birdlife internacional, Sociedade Portuguesa do Estudo das Aves (SPEA) e secretaria do Ambiente e do Mar, tendo como objectivos garantir , a manutenção da população do Priolo.

Contando para isso com a intervenção na recuperação do seu habitat, com a plantação de plantas nativas nas zonas de ocorrência do Piolo, em paralelo com a remoção de plantas exóticas que actualmente invadem essa área de floresta nativa.
Também importante é a sensibilização e educação ambiental das populações principalmente junto das escolas, dando a conhecer melhor a espécie e o seu habitat.

Não menos importante foi a criação do Centro Ambiental do Priolo, sendo o primeiro centro de interpretação e educação ambiental e um grande marco neste projecto.
Envelope circulado de Loures para Cuba em 30-06-2008
Em correio normal

A Birdlife internacional tem a intenção de apresentar o Priolo como um caso de recuperação e exemplo da importância do trabalho de conservação a nível europeu, com beneficios para as especies e para as populações locais.

Carimbo comemorativo da emissão 2008

A avaliar pelos excelentes resultados obtidos, pode esta ser uma historia de susseso, para o Priolo, para a floresta Laurissilva e tambem para as populações, que por certo ficariam a ganhar com a conservação desta especie.


Bibliografia
Wikipedia - Pagina Priolo
Ciencia hoje
Centro Priolo
Pagina Quercus
Enciclupedias sobre a vida animal (Aves)

domingo, 25 de abril de 2010

Pelicano

Pelicano

Franquia mecânica onde se pode observar o Pelicano


4 Postais máximos emissão Posta Romana (Roménia), emissão WWF


4 envelopes 1º dia emissão Posta Romana (Roménia), emissão WWF

Selo emissão da Bulgária

Selo emissão da Bulgária

3 selos duma emissão de 4 da Mongólia

Selo emissão Postes Laos

Selo emissão da Republica da Guine Bissau

Selo emissão do Uzbequistão

Selo emissão da Roménia


Pelicano
Reino - Animalia
Filo - Chordata
Classe - Aves
Ordem - Pelicaniformes
Família - Peliecanidae
Género - Pelicanus
Espécies
Pelicano vulgar - Pelecanus onocrotalus
Pelicano rosado - Pelecanus rufesceus
Pelicano crespo - Pelecanus crispus
Pelicano australiano - Pelecanus conspicillatus
Pelicano branco - Pelecanus erythrorhynchos
Pelicano pardo - Pelecanus occidentalis
Pelecanus thagus
Pelecanus philippensis
Pelos fosseis encontrados, sabe-se que os pelicanos existem há mais de 40 milhões de anos, dois géneros pré-históricos o Protopelicanus e o Miopelicanus, são também atravez de fosseis conhecidos um grande numero de espécies extintas do género Pelicanus.
Na Europa medieval considerava-se o Pelicano um animal especialmente zeloso com as suas crias, ao ponto de, não havendo com que alimenta-las, dar-lhe do seu próprio sangue, então o Pelicano tornou-se um símbolo da paixão de Cristo e da Eucaristia.
Uma da caracteristica típica do Pelicano é um longo bico com uma enorme bolsa extencivel por baixo que serve de rede de pesca. Estando entre as aves voadoras mais pesadas do mundo, os Pelicanos necessitam de uma longa corrida sobre a superfície da água para conseguir levantar voo.
São aves gregárias voando em bandos e reproduzindo-se em colonias, chegando mesmo a pescar em comunidade.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Abetarda

Abetarda

Postal máximo emissão Portugal 1995

Emissão Portugal 1995

Emissão da Polónia

Emissão do Tardisquistão 1995
Abetarda
(Otis tarda)
Reino - Animalia
Filo - Chordata
Classe - Aves
Ordem - Gruiformes
Família - Otididae
Géneros
Tetrax
Otis
Neotis
Ardeotis
Eupodotis
Chamydotis

Abetarda (Otis tarda) é o nome em geral dado ás aves gruiformes classificadas na família otididae. O grupo é constituído por 25 espécies com distribuição geográfica no velho mundo, habitam zonas abertas, com preferência para estepes, savanas e planícies áridas.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Envelope Circulado do Kenya

Envelope Circulado do Kenya

Envelope circulado do Kenya (Nairibi), para Portugal (Cuba) em 19-01-2008
Apresenta quatro selos de aves (Aguia Pescadora Africana; Pintada-Vulturina; Martim-Pescador; Barbado vermelho e amarelo)


Águia-Pescadora-Africana
ou
Pigargo-Africano
Reino-Animalia
Filo-Chordata
Classe-Aves
Ordem-Ciconiiformes
Família-Accipitridae
Género-Haliacetus
Espécie-H. vocifer
Nome binominal
Haliacetus vocifer

Águia-pescadora-Africana ou Pigargo-Africano (Haliaectus vocifer), é uma ave-de-rapina que habita praticamente todos os lagos e reservatorios da África, não confundir esta com a águia-pescadora cujo restritivo especifico é o mesmo que o género das espécies africanas.

Esta águia é a ave nacional do Zimbabwe e da Zâmbia. o seu parente mais próximo parece ser a águia-pescadora-de-Madagáscar, a águia-pescadora-africana tem a cabeça branca, enquanto a sua parente próxima tem a cabeça bege, ambas as espécies têm pernas, bicos e olhos escuros, as caudas parcialmente brancas, mesmo nos juvenis.

Pintada vulturina
Reino-Animalia
Filo-Chordata
Classe-Aves
Ordem-Galliformes
Família-Numididae
Género-Acryllium
Espécie-A. vulturinum
Nome binominal
Acryllium vulturinum

Pintada-vulturina (Acryllium vulturinum), possui a cabeça e o pescoço nus, como se de um abutre se tratasse, e também um colar de penas azuis no pescoço, enquanto o resto do corpo é preto e branco com pintas e riscas. Não existe praticamente disformismo sexual, sendo apenas o macho um pouco maior que a fêmea, os jovens são semelhantes mas com as cores menos vivas e brilhantes.Também é conhecida por fraca-vulturina ou cabeça de abutre.
Vivem em grupos, podendo formar bandos de 20 a 50 aves. Muitas vezes são observadas no inicio e final do dia perto de áreas com água. Procuram alimento em conjunto, podendo percorrer 15 a 20 Km num só dia.

Martim-Pescador
ou
Guarda-Rios
Reino-Animalia
Filo-Cordados
Classe-Aves
Ordem-Coraciiformes
Família-Alcedinidae
Género-Alcedo
Espécie-Cristata A.
Nome binominal
Alcedo cristata

Martim-Pescador ou Guarda-Rios (Alcedo cristata), esta ave mede 19cm de comprimento com um bico de 40cm, corpo compacto, asas curtas, cauda cheia e pouco alongada, pernas curtas com 4 dedos, sendo 3 voltados para a frente e 1 para traz, pescoço curto com cabeça grande e bico longo, forte e grosso.
Existe disformismo sexual no macho a parte superior do corpo é verde bronzeada asas e cauda pintadas de branco, garganta branca bem como a barriga, peito castanho ferungico, lados verdes pintados de branco.
A fêmea tem garganta e peito de cor ocre claro, sendo o peito pintado de verde.
O habitat destas aves situa-se ao longo dos rios, lagos e orlas marítimas, alimenta-se de peixes, insectos pequenos repteis, amfibios e aves jovens.

Barbado vermelho e amarelo
Reino-Animalia
Filo-Cordados
Classe-Aves
Ordem-Piciformes
Família-Barbaças
Género-Trachyphonus
Espécie-Erytrocephalus T.
Nome binominal
Eryhrocephalus trachyphonus

Esta ave pode ser encontrada em África de onde é oriunda, Sudão, Etiopia, Somalia, Quenia e Tanzãnia.

sábado, 3 de abril de 2010

Argentina

Folhas de álbuns

ARGENTINA

Quero aqui deixar as paginas do meu álbum, sobre a temática AVES, neste Caso aves da Argentina.
Não estão os agrupadas segundo algum tipo de catalogo, regra ou outra qualquer regra, estão sim os ao gosto do autor.

Folha 1

Folha 2

Folha 3

Folha 4

Folha 5


Nota: Os nomes das aves estão em Espanhol, por nem sempre a tradução ser correcta , e, por achar mais correcto dar o nome com que são conhecidas e designadas no local onde vivem ou podem ser encontradas.


Também pode deixar a sua opinião desde que valida e construtiva.


sexta-feira, 2 de abril de 2010

Andorinha Dáurica

Andorinha Dáurica

Aves de Portugal
Emissão Base (5.º grupo)
Ano 2004
Valor facial €0.45 policromo
Selo da caderneta
Autoadesivo
Valor para correio azul á data da emissão

Envelope circulado em correio azul com um carimbo comemorativo da Confraria Timbrologica Meridional (CTT Évora), com um selo de €0.45 e €0.02 por ser o porte em vigor á data do envio (2009) para correio azul.
Andorinha dáurica
Reino - Animalia
Filo - Chardata
Classe - Aves
Ordem - Passeriformes
Família - Hirunidinidae
Género - Cecropis
Espécie - C. dáurica
Nome binominal
Cecropis daurica

Andorinha dáurica

A andorinha dáurica distribui-se pelo sul da Europa, pela Ásia Menor e Médio Oriente, até à Índia, China e Japão. Pode ser observada na África central e setentrional, mantém o modo de reprodução original, nas rochas, embora por vezes também nidifique em estruturas humanas. os ninhos situam-se, normalmente, debaixo de rochas salientes, de pontes e varandas, em buracos e falhas nas rochas ou em idificios abandonados. o ninho de barro tem uma entrada comprida, em forma de tubo.

Bibliografia

Selos postais e marcas pré-adesivas AFIMSA 2009

Wikipedia

Enciclopedia das aves

sábado, 27 de março de 2010

Coruja do Mato / Pica Pau do Parnaiba

Coruja do Mato / Pica Pau do Parnaiba
Emissão do Brasil

Carta circulada do Brasil (Florianopolis) para Portugal (Cuba), em 13 Novembro 2008

Coruja do Mato
Reino - Animalia
Filo - Chardata
Classe - Aves
Ordem - Strigiformes
Família - Strigidae
Género - Ciccaba
Espécie - C. Virgata
Nome binominal
Ciccaba virgata

É uma coruja da família dos estrigídios, que ocorre da Venezuela à Bolívia e Argentina, bem como no Brasil, sendo mais comum na região da Amazónia, chegando a medir 34 cm de comprimento, com plumagem estriada nas partes inferiores e sem orelhas, também são conhecidas pelo nome de mocho-corijó.
Pica-Pau do Parnaiba
Reino - Animalia
Filo - Chordata
Casse - Aves
Ordem - Piciformes
Família - Picidae
Espécie - C. obrieni
Género - Celeus
Nome cientifico
Celeus obrieni

esta ave mede 27 cm, apresenta a cabeça da cor da ferrugem, sendo que o macho apresenta uma faixa junto ao bico, bem como uma crista vermelha, peito e cauda negros asas da cor da cabeça, dorso superior amarelo, com manchas pretas, a parte do ventre da ave apresenta uma cor amarelada.

Bibliografia
Wikipedia
Ornitologia Brasileira